A reação comum a uma conta de energia alta é trocar equipamento. Às vezes é a resposta certa, mas com frequência o consumo está concentrado em algo mais simples: climatização mal dimensionada operando em regime forçado, iluminação ligada além do necessário ou carga funcionando fora do expediente.
Um diagnóstico inicial pode ser feito sem instrumentação sofisticada: levantar as cargas instaladas, estimar horas de operação de cada uma e comparar o total com o consumo faturado. A diferença costuma apontar o problema.
Só depois desse levantamento a troca de equipamento se justifica — e aí com o dimensionamento correto, e não pela potência que estava instalada antes, que pode já estar errada.