Plano de manutenção não precisa ser documento extenso para funcionar. O essencial cabe em uma tabela: quais sistemas existem na unidade, com que periodicidade cada um deve ser inspecionado, quem é o responsável e quando foi o último atendimento.
Os sistemas que costumam entrar são elétrica e quadros, climatização, hidráulica e drenagem, cobertura e impermeabilização, segurança eletrônica, portas e acessos automatizados, e combate a incêndio quando aplicável.
Com esse quadro visível, fica fácil perceber o que está atrasado. E quando há mais de uma unidade, a mesma tabela replicada permite comparar e identificar onde o desgaste está mais acelerado.