A margem de um serviço técnico costuma evaporar em custos que não entraram na planilha. Deslocamento de equipe entre cidades, tempo de mobilização e desmobilização, e horas de coordenação que o encarregado dedica àquele contrato são os mais comuns.
Há também o custo da garantia. Todo serviço bem prestado tem uma taxa de retorno para ajuste, e ignorá-la significa financiar esse atendimento com a margem de outro contrato. O mesmo vale para o tempo administrativo gasto em emissão de nota, cobrança e relatório.
Uma forma simples de corrigir isso é calcular, por contrato encerrado, quanto de hora não faturada ele consumiu. Depois de três ou quatro obras medidas assim, o percentual a ser embutido na proposta aparece sozinho.