A manutenção preditiva parte de um princípio diferente da preventiva: em vez de intervir por calendário, intervir quando o comportamento do equipamento indica desvio. Para isso, é preciso medir.
Em instalações comerciais, os sinais mais úteis são acessíveis: variação de consumo elétrico de um equipamento, temperatura de componentes no quadro e tempo de operação acumulado. Desvios nesses indicadores costumam anteceder a falha.
Não é necessário instrumentar tudo. Começar pelos equipamentos cuja parada causa mais prejuízo — climatização em clínica, motor de acesso em varejo — já entrega a maior parte do benefício com investimento controlado.