A comparação entre manutenção preventiva e corretiva costuma ser feita apenas pelo valor da intervenção, e é aí que a conta engana. O custo real da corretiva inclui a parada não planejada, o atendimento em regime de urgência e, frequentemente, um dano maior que poderia ter sido evitado.
Em uma clínica, uma falha de climatização em dia de atendimento significa remarcação de pacientes. Em um comércio, uma porta de enrolar travada significa loja fechada. Esses custos não aparecem na nota do serviço, mas aparecem no caixa.
A preventiva não elimina falhas, mas reduz a frequência das graves e transfere a intervenção para um horário escolhido pela empresa. Só isso já muda a equação para a maioria dos negócios que dependem de atendimento presencial.